PROGRAMA DISPONÍVEL!

 

INSCREVA-SE AQUI (GRÁTIS)

A conferência UD17 é gratuita, entretanto, a inscrição é obrigatória para todos os participantes, incluindo os autores das comunicações.

# FAQ AQUI

# Idiomas oficiais: Português, Inglês, Espanhol

 

Na sequência do UD17 acontecerá o FUTUREPLACES X, 17-21 de Outubro.

Convidados

  • Jon Wozencroft

    Royal College of Art

    Touch / FUSE

    Jon começou Touch durante os últimos meses de um curso de pós-graduação no London College of Printing. A ideia era ampliar o escopo de uma gravadora ao combinar a publicação musical com o nível de curadoria oferecido às belas artes. Na graduação trabalhou na revista Reader's Digest como editor de arte trabalhando em livros especiais. Ele passou alguns anos trabalhando ocasionalmente em publicações impressas, enquanto dedicava tanto tempo quanto possível a Touch, produzindo uma série de revistas audiovisuais e tendo a oportunidade de colaborar com New Order, Derek Jarman, Tuxedomoon, Joseph Beuys, Cabaret Voltaire, entre outros.

     

    Em 1983, Wozencroft conheceu Neville Brody e trabalhou com ele de várias maneiras em projetos de livros, exposições, comissões corporativas e especialmente FUSE, uma das primeiras revistas a se envolverem criticamente com a cultura digital. É o autor da The Graphic Language de Neville Brody 1 & 2, publicado pela Thames & Hudson em 1988 e 1994, e curador da exposição do mesmo nome, realizada no Victoria and Albert Museum em 1988 e, finalmente, no Parco em Tóquio em 1990. Em 1994, 1995 e 1998, Wozencroft organizou o programa para as três Conferências FUSE realizadas até agora em Londres, Berlim e São Francisco.

     

    Ao lado do Touch, o trabalho de fotografia e design da Wozencroft apareceu em várias publicações, incluindo Fax Art, Sampler, G1, Merz para Émigré e Beyond, e Shapeshifters. Foi o editor de Vagabond (revista co-editada com Jon Savage, 1992) e o editor / designer do box Joy Division's Heart and Soul em 1997. Em 2005-2007, co-organizou o relançamento do back catalogue do Joy Division e participou do aclamado documentário da banda Grant Gee.

     

    Um livro de seu trabalho, Touch & Fuse, foi publicado em 1999 pela Universidade do Porto. Ele também faz projetos de imagem em movimento que foram exibidos no BFI, Sonar, Transmediale, Avanti e vários outros festivais. Em 2012, Taschen publicou uma documentação completa do projeto FUSE, From Invention to Antimatter: Vinte anos de FUSE.

     

    Touch tornou-se uma das editoras de música mais influentes do mundo, trabalhando com uma pequena lista de artistas que transformam a percepção do som e sua visualização - Fennesz, Philip Jeck, Chris Watson para citar apenas três. Wozencroft, com seu parceiro Mike Harding, comemora agora 30 anos de atividade independente com uma série de eventos especiais e lançamentos - 30.touchmusic.org.uk

     

    A Wozencroft ensinou na Central Saint Martin's School of Art and Design, London College of Printing e deu palestras em inúmeras faculdades de arte e universidades em todo o mundo. Atualmente, é professor sênior em som e imagem móvel na Escola de Comunicação do Royal College of Art.

  • Ana Cristina Santos

    CES, Universidade de Coimbra

    Birkbeck Institute for Social Research, University of London

    Socióloga. Doutorada em Estudos de Género pela Universidade de Leeds, Reino Unido, e Mestre em Sociologia pela Universidade de Coimbra, Portugal, é Investigadora no Centro de Estudos Sociais, Universidade de Coimbra, e Honorary Research Fellow no Birkbeck Institute for Social Research, Universidade de Londres. Tem trabalhado em projetos de investigação sobre género, sexualidade, movimentos sociais, cidadania e direitos humanos.

     

    Coordenou o projeto Intimidade e Deficiência, sobre mulheres deficientizadas, sexualidade e reprodução, financiado pela Fundação para a Ciência e Tecnologia entre 2012 e 2014 (http://www.ces.uc.pt/projectos/intimidade).

     

    Recebeu em 2013 o prémio internacional Research Starting Grant do European Research Council (ERC - Conselho Europeu de Investigação) na qualidade de Coordenadora do estudo Citizenship, Care and Choice: The micropolitics of intimacy in Southern Europe (INTIMATE). O projeto internacional INTIMATE decorre entre 2014 e 2019 e inclui temas como conjugalidade lésbica, poliamor, procriação medicamente assistida e a centralidade de relações de amizade entre pessoas transgénero. Foi vice-presidente da Sexuality Research Network da Associação Europeia de Sociologia entre 2012 e 2016 e é Coordenadora do programa de doutoramento internacional Human Rights in Contemporary Societies.

     

    É também ativista dos movimentos feminista e LGBT/queer, e sócia-fundadora da Associação não te prives - Grupo de Defesa dos Direitos Sexuais. Publicações incluem Cometi um Crime? Representações sobre (i)legalidade do aborto (Afrontamento, 2010), Bound and Unbound: Interdisciplinary Approaches to Genders and Sexualities (Cambridge Scholars Publishing, 2008), Estudos Queer: Identidades, Contextos e Acção Colectiva (Revista Crítica de Ciências Sociais, 76, 2006) e A Lei do Desejo: Direitos Humanos e Minorias Sexuais em Portugal (Afrontamento, 2005). O seu livro mais recente é Social Movements and Sexual Citizenship in Southern Europe (Palgrave Macmillan, 2013).

  • Paula Tavares

    ID+/CAOS, Instituto Politécnico de Cávado e Ave

    Artista, professora e pesquisadora.

    Doutorado em Belas Artes: tese "A relação complexa entre arte e política na cultura ocidental. A arte política como contradição institucional".

     

    Professora Coordenadora e Diretora da Escola de Design do Instituto Politécnico de Cávado e Ave. Presidente Geral da CONFIA - Conferência Internacional sobre Ilustração e Animação.

  • Heitor Alvelos

    Programa Internacional de Doutoramento em Design

    Heitor Alvelos é membro do Conselho Científico para as Ciências Sociais e Humanidades na Fundação para Ciência e Tecnologia (desde 2010, presidente em 2016), Diretor do Instituto de Investigação em Design, Media e Cultura pela Universidade do Porto (desde 2008) e Membro da Academia Europaea desde 2015.

     

    Desde 2006,  Heitor Alvelos desenvolve R&D no Programa UTAustin-Portugal para os Media Digitais, no âmbito do qual comissaria o FuturePlaces Medialab desde 2008, e no qual desempenhou o cargo de Director de “Outreach” entre 2010 e 2014.

     

    É Director do Plano Doutoral em Design na U.Porto, em parceria com o UPTEC e a U.Aveiro, tendo até à data orientado 14 Doutoramentos concluídos. Foi coordenador do Drawing Studio do Royal College of Art de 1999 a 2001, tendo apresentado comunicações em quatro continentes desde 2001.

     

    Heitor Alvelos foi coordenador editorial do Manobras no Porto (QREN 2010-2013). Co-dirige a editora de música aleatória 333, e seu mais recente projecto criativo é o ícone weltschmerz Antifluffy. Desde 2003, como Autodigest, Heitor lançou peças sonoras com os selos Ash International, Touch, Cronica Electronica e The Tapeworm. "Faith", o seu primeiro CD a solo sob seu próprio nome, saíu em 2015 o selo Touch (TO: 97).

     

    O seu trabalho multimedia desde 1999 inclui colaborações com Jon Wozencroft, Fennesz, Biosphere, Russell Mills, Lol Coxhill, Philip Marshall, Anselmo Canha, Jono Podmore, Anabela Duarte, Pangeia, Blaine L. Reininger, Bruce Geduldig, Tuxedomoon, Laura Malacart, Morgan O ' Hara, Len Massey, Max Eastley, Rafael Toral e BJNilsen.

     

    Os seus interesses de investigação actuais incluem as implicações lexicais das redes sociais, a ecologia da percepção e a criminologia cultural.

Sobre

Livre?

UD17: NOISEWISE é um fórum de doutoramento, aberto a todos os estudantes da área do Design, bem como a recém doutorados. Poderão também participar estudantes de doutoramento de outras disciplinas que queiram cruzar a sua investigação com a área do Design, contribuindo para ela e/ou beneficiando dela.

Os investigadores não-doutorandos e possíveis candidatos a doutoramentos poderão enviar resumos para serem apresentados numa mesa redonda que será realizada para este fim.

 

São aceites submissões em português, inglês e espanhol.

 

O UD17 tenciona promover o avanço da investigação em Design a partir de uma perspetiva doutoral: acreditamos que os estudantes de doutoramento têm uma visão única para futuros desenvolvimentos da disciplina. Além disso, a consolidação da investigação em Design através de estudos doutorais assegurará uma rede nacional e internacional para além dos contextos individuais.

 

O UD17 é a sexta edição da série de conferências UD, realizada pelo ID+ / UP / UA desde 2012. Visite as edições anteriores abaixo.

 

#ud17 #noisewise #phddesign

ud17forum@gmail.com

Decidimos fazer o UD17 sem custos para os seus participantes: não há taxa de inscrição ou qualquer outro tipo de cobrança.

 

É evidente que esta decisão se traduz numa conferência sem regalias ou brindes, mas acreditamos que esta é a abordagem correcta no contexto actual. Além disso, o UD17 pretende focar-se no debate intelectual, e a qualidade deste está nos participantes.

 

Não se preocupe: os procedimentos online, as instalações, o suporte tecnológico, os coffee breaks e a programação extra estão assegurados!

Noisewise

Chamada

O recente e crescente fenómeno de vírus ransomware tem aumentado os níveis de preocupação com a segurança, integridade e acessibilidade da nossa informação; num segundo, o clique errado pode apagar permanentemente a nossa herança digital pessoal.

No entanto, são mais preocupantes as formas como essa ameaça se tem feito sentir sobre determinadas infraestruturas públicas e privadas: no ciberataque de 12 de Maio de 2017, o serviço nacional de saúde do Reino Unido, no meio do caos, viu-se forçado a retomar um sistema de prescrições manuais, do mesmo modo que os serviços de emergência portugueses recorreram à radiocomunicação como medida preventiva.

Esta sequência de acontecimentos pode ser vista como uma manifestação de um conjunto mais amplo de desafios que hoje enfrentamos; por um lado, ela expõe a irónica fragilidade que reside no centro da tecnologia hiper-complexa que desenvolvemos e subscrevemos enquanto paradigma inquestionável. Por outro lado, e de forma não menos irónica, opera um regresso a procedimentos analógicos e manuais que se revelam mais fidedignos em tempo de crise. Eis o valor do determinismo do progresso: o admirável mundo novo reduz-se a uma caixa negra, e essa caixa negra está a rebentar pelas costuras e encontra-se encriptada. E agora? Devemos esperar até que a Inteligência Artificial se tenha efectivamente entretecido nos nossos corpos e tenhamos passado a delegar as nossas funções cognitivas e vitais? Neste cenário cada vez mais provável, qualquer sabotagem pode muito bem ser a derradeira.

O ransomware pode também ser observado como metáfora das formas como o conhecimento científico se encontra com frequência muito longe de estar prontamente disponível, mas também das formas como a ciência se tem tornado refém de agendas – sejam estas financeiras, políticas e outras.

Ecos recentes do governo dos EUA, e da sua vontade de vetar investigações imparciais sobre as alterações climáticas (e de, noutros domínios, retirar financiamento a organismos e projectos cujas conclusões são discordantes da sua agenda política) são sinais profundamente inquietantes no que diz respeito à manutenção e estímulo do princípio sagrado da imparcialidade científica.

Podemos argumentar que a instrumentalização da ciência se alinha com o fenómeno da imprensa falsa: não é fiável mas no entanto é perigosamente capaz de, por associação, descredibilizar conhecimento e informação imparciais, à medida que uma e outra são cada vez mais difíceis de distinguir. E isto acontece em parte através do acesso crescente a ferramentas de design cada vez mais potentes. Uma vez mais, a ironia: a sofisticação do design fez tábua rasa da formulação (e formalidade) autoritária do conteúdo. De certa forma, tudo é já ruído; a questão é, será esta síndrome reversível?

Numa perspectiva mais alargada, podemos argumentar que o conhecimento útil está em processo de neutralização pela magnitude de informação paradoxal, e que o fascínio da velocidade está a trair a nossa necessidade ontológica de profundidade. A nossa luta contra este tipo de ruído é especialmente desafiante na medida em que ele fornece uma eficaz ilusão de conteúdo - mas raramente uma narrativa, um contexto, um cânone. O ruído é, assim, ou o resultado da encriptação, ou uma omnipresença induzida (e portanto uma inutilidade) de sentido.

O que nos traz à investigação em design. Ainda recente na sua ambição científica, tem vindo a consolidar-se enquanto disciplina quer através da adopção e customização de paradigmas e metodologias científicas, como lhe é exigido, quer abrindo-se a outras disciplinas que podem beneficiar do seu contributo.

A premissa do UD17 - noiseWise é a de que a investigação em design pode apontar na direcção de um amplo espectro de contribuições, quer no domínio das ciências, quer no

domínio dos contextos cívicos. Acreditamos que estas contribuições podem convergir numa missão partilhada: garantir, conferir e preservar a presença de sentido e de propósito por entre a actual volatilidade cognitiva.

Para além disso, as Ciências Sociais e as Humanidades enfrentam o desafio de integrar uma voz crítica e interpretativa, que possa regular e harmonizar o que por vezes parece um desenvolvimento tecnológico exponencial, desprovido do sentido do seu próprio impacto sócio-cultural: a certa altura a utopia da conectividade deu lugar à neurose da vigilância ubíqua e da sobre-exposição compulsiva.

E a festa continua, sem enfraquecer, sem se questionar. Tenhamos claro: este não é um manifesto contra o desenvolvimento tecnológico, antes um apelo à sua mediação e incorporação sensata e consciente.

Pode a investigação em design conduzir este processo de decifração e reposicionamento do progresso científico actual? Acreditamos que a resposta é afirmativa: da investigação que esclarece os fenómenos da comunicação contemporânea, aos projectos que revelam as dinâmicas e conflitos entre tradição e progresso. Das ferramentas pedagógicas na nossa relação com a tecnologia, às melhorias funcionais e estéticas dessa mesma tecnologia. Da facilitação tangível de comunidades emergentes, à garantia de que comunidades existentes serão capazes de evitar a armadilha do exotismo e a perda de auto-determinação.

Acima de tudo, acreditamos que a investigação em design precisa de construir e conservar pontes com outras disciplinas se quiser crescer nos seus próprios termos, contribuindo efectivamente para esse cliché legítimo que todos sempre perseguimos enquanto investigadores: “um mundo melhor”. E um mundo melhor precisa de ser construído tanto quanto precisa de ser interpretado, comunicado, formalizado, transformado em ferramentas e meios de crescimento. Um mundo melhor constrói-se sobre uma massa de conhecimento útil e munido de propósito; por outras palavras, constrói-se sobre sabedoria. Enquanto investigadores em design, importa-nos contribuir para esta construção de forma contínua; e enquanto estudantes de doutoramento, daremos o nosso melhor para assegurar um futuro mais sábio.

A comissão organizadora do UD17 solicita a apresentação de contribuições originais sob a forma de um short paper. O convite está aberto a todos os estudantes de doutoramento e aos recém doutorados cujos projetos possam beneficiar ou trazer benefícios à disciplina do design ou áreas relacionadas.

 

Você pode verificar a versão atual do FAQ aqui.

Áreas Temáticas

Adotamos uma abordagem tangível e clara para os temas da conferência: acreditamos que, com este formato mais amplo, poderá ser mais fácil identificar e encontrar pontos de contacto com as investigações doutorais em curso.

 

 

#Pessoas

A investigação em design na perspectiva de….

Contributos da investigação em design para......

Sociedade / Educação / Psicologia / História / Estudos Culturais / Contra-culturas e subculturas / Estudos de Género / Antropologia / Ciências da Saúde / +

 

#Objectos

A investigação em design na perspectiva de….

Contributos da investigação em design para......

Desenvolvimento de produto / Tecnologias Aplicadas / Património Material / Conservação / Dispositivos / Ciências da Saúde / Engenharia / Indústria / +

 

#Media

A investigação em design na perspectiva de….

Contributos da investigação em design para......

Semiótica / Social Media / Análise Visual / Estética / Branding & Comunicação / Manifestos / Audiovisual / Indústria / +

 

#Estruturas

A investigação em design na perspectiva de….

Contributos da investigação em design para......

Definições / Territórios / Negócios / Estratégias/ Política / Turismo / Cidadania / Internet / Multidisciplinariedade / +

 

#Métodos

A investigação em design na perspectiva de….

Contributos da investigação em design para......

Investigação doutoral / Escrita de tese / Novas abordagens e enquadramentos de investigação / +

16 Outubro

 

09:00/09:30 Room 1

Ice-Breaking/Check In

 

09:30/09:45 Auditorium

Abertura

Clara Gonçales (UPTEC)

António Modesto Nunes (FBAUP)

 

09:45/10:15 Auditorium

Conferência de Abertura

Heitor Alvelos

The determinism of noise: deciphering tacit assumptions on innovation

 

10:15/10:30 Room 1

Coffee break

 

10:30/12:00

Sessão Paralela I

Objects Room 1

Methods I Room 2

 

12:15/12:45 Auditorium

Conferência

Paula Tavares

Applied research. New means, old goals.

 

12:45/14:30

Almoço

 

14:30/16:00

Sessão Paralela II

Structure Room 1

Media Room 2

 

16:00/16:15 Room 1

Coffee break

 

16:15/18:00

Sessão Paralela III

People Room 1

Methods II Room 2

 

18:00/18:30 Auditorium

Conferência

Jon Wozencroft

Time Noise

 

20:00

Jantar

17 Outubro

 

09:30/10:00 Room 1

Coffee break / Abertura do dia

 

10:00/11:45

Mesa Redonda

Participe da discussão sobre como iniciar um PhD

 

Workshop - Eduardo Morais

Powerpointers Anonymous

 

11:45/12:00 Room 1

Coffee Break

 

12:00/12:30 Auditorium

Conferência

Ana Cristina Santos

Who’s afraid of the big, bad Q? Embracing Queer in Design Research

 

12:30/12:45 Auditorium

Fechamento do evento e introdução ao FuturePlaces X e UD18

 

15:00

Conferência

Recomendação para a Conferência de Abertura do FuturePlaces/
Digital Media Symposium

Doreen Lorenzo

Thinking About Design

 

 

 

22:00 Passos Manuel Auditorium

Concerto “Kaminhus di Férru”

Radio Manobras, Steven Brown e convidados

 

Lançamento do CD Realismo Mágico

(Grátis para participantes)

 

 

Organização

Edições Anteriores

Comissão Executiva

Heitor Alvelos, chair

Susana Barreto, co-chair

Ana Clara Roberti

César Lugo-Elías

Fátima São Simão

Helena Sofia Silva

Isobel Taylor

Joaquín Díaz

Marta Nestor

Miguel Januário

Rafael Arnoni

Rui Monteiro

Comissão Científica

Álvaro Barbosa Universidade Saint Joseph, Macau
Álvaro Sousa
Universidade de Aveiro
Ana Raposo
ESAD Matosinhos
Anabela Duarte
Universidade de Londres / Universidade de Lisboa

Benedita Camacho Universidade de Aveiro
Bruno Giesteira
Universidade do Porto
Catarina Martins Universidade do Porto
Celso Pereira Guimarães
Universidade Federal do Rio de Janeiro
Cláudia Albino
Universidade de Aveiro
Cláudia Lima
Universidade Lusófona

Daniel Brandão Instituto Politécnico do Cávado e do Ave/ESAD Matosinhos
Daniel Raposo
Instituto Politécnico de Castelo Branco

Dijon de Moraes Universidade de Minas Gerais
Eduardo Corte-Real
IADE
Emanuel Barbosa
ESAD Matosinhos

Emília Costa Universidade do Porto
Emílio Vilar
Universidade de Lisboa

Francisco Providência Universidade de Aveiro
Gordon Hush
Glasgow School of Art

Graça Magalhães Universidade de Aveiro
Heitor Alvelos
Universidade do Porto
Helena Barbosa
Universidade de Aveiro
Helena Santos
Universidade do Porto
Jaime Munárriz
Universidad Complutense de Madrid
Joana Cunha
Universidade do Minho

Joana Quental Universidade de Aveiro

Joana Santos ESAD Matosinhos

Jon Wozencroft Royal College of Art

Jorge Pereira Instituto Politécnico do Cávado e do Ave
Jorge dos Reis
Universidade de Lisboa

João A. Mota Universidade de Aveiro
José Carneiro
Universidade do Porto
Júlio Dolbeth Universidade do Porto
Leonardo Castillo
Universidade Federal de Pernambuco

Luca Guerrini Politecnico di Milano
Luís Marques Ferreira
Inst. Polit. de Castelo Branco/Univ. de Aveiro
Luísa Ribas
Universidade de Lisboa

Maria Inês Ruivo Universidade de Évora

Maria João Baltazar ESAD Matosinhos
Miguel Carvalhais Universidade do Porto
Mirian Tavares
Universidade do Algarve
Nuno Coelho
Universidade de Coimbra

Nuno Dias Universidade de Aveiro
Nuno Martins Instituto Politécnico do Cávado e do Ave

Paulo Almeida Universidade do Porto

Paulo Bastos Universidade de Aveiro
Paulo Maldonado
Universidade Lusíada
Pedro Bessa
Universidade de Aveiro
Pedro Cardoso
Universidade do Porto
Pedro Carvalho de Almeida
Universidade de Aveiro
Rachel Zuanon
Universidade Anhembi/Morumbi
Raul Cunca
Universidade de Lisboa
Rita Filipe
Universidade de Lisboa

Rui Costa Universidade de Aveiro
Rui Vitorino Santos
Universidade do Porto
Susana Barreto Universidade do Porto
Susana Lourenço Marques,
Universidade do Porto
Teresa Franqueira Universidade de Aveiro

Vasco Branco Universidade de Aveiro
Wellington de Medeiros
Universidade Federal da Paraíba

Datas Importantes

Local

UPTEC PINC

Polo das Indústrias Criativas

Praça Coronel Pacheco, 2

4050-453 Porto, Portugal

# Data final para submissões: 4 Julho  2017

 

# Feedback da Comissão Científica: 28 Julho 2017

 

# Submissão dos papers revisados: 10 Setembro 2017

 

# Data limite para registro (GRÁTIS): 1º Outubro 2017

 

# Conferência: 16 - 17 Outubro 2017

 

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